X (Twitter): como desligar o radar (geolocalização) e silenciar as notificações para sempre

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Você já sentiu que seu celular vibra mais que um liquidificador em plena batida? As notificações do X (Twitter) são como aquele vizinho que toca a campainha toda hora: irritantes e invasivas. E a geolocalização? É como se o app tivesse um radar apontado para você, drenando a bateria e vendendo seus dados para quem pagar mais. Mas calma, dá para dar um basta nisso.
Por que o X (Twitter) quer saber minha localização exata?
O app usa sua localização para sugerir trends locais, marcar tuítes com localização e, claro, para alimentar seus algoritmos de publicidade. Mas, na prática, é mais um jeito de te rastrear. Se você não quer que o Twitter saiba que você está no banheiro às 3 da manhã, é hora de agir.
Como desativar a geolocalização no X (Twitter)
No iOS (iPhone/iPad)
1. Abra Ajustes do iPhone.
2. Role até encontrar X (Twitter) na lista de apps.
3. Toque em Localização.
4. Selecione Nunca. Pronto, o radar está desligado. Se quiser, pode escolher "Perguntar na próxima vez" para ter controle manual.
No Android
1. Vá em Configurações > Apps.
2. Encontre e toque em X (Twitter).
3. Selecione Permissões > Localização.
4. Escolha Negar. Seu paradeiro agora é um mistério para o app.
Como silenciar as notificações do X (Twitter)
No iOS
1. Em Ajustes, vá em Notificações.
2. Toque em X (Twitter).
3. Desative Permitir Notificações. Ou, se quiser menos radical, desative apenas os sons e badges.
No Android
1. Em Configurações > Notificações.
2. Toque em X (Twitter).
3. Desative a chave Mostrar notificações. Adeus, vibrações indesejadas.
Pronto, você recuperou o controle. Mas lembre-se: o X (Twitter) ainda coleta dados de outras formas (como seu IP e interações). Para um bloqueio mais completo, considere usar um navegador com proteção de rastreamento ou um VPN.
Falando em rastreamento, isso me lembra das diferenças entre o modelo americano e o europeu. Nos EUA, a California CCPA (e sua evolução, a CPRA) dá aos usuários o direito de saber quais dados são coletados e de optar por não vender suas informações. Mas, na prática, muitas empresas ainda enterram essas opções em menus confusos. O X (Twitter), por exemplo, permite que você desative a personalização de anúncios baseada em localização, mas não é tão simples quanto desligar um interruptor. Já na Europa, o GDPR é mais rigoroso: o consentimento deve ser explícito e fácil de revogar. Respeito ao modelo americano, mas acho que eles poderiam aprender com a Europa – ou pelo menos parar de tratar nossos dados como se fossem confetes em um carnaval.

Comitê Editorial NakedPact
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Fontes e Referências Jurídicas

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